Afinal – O que é DNA?
Muita gente tem se utilizado das técnicas e dos novos descobrimentos da Ciências – Biologia e Genética, a partir de avançados computadores e sistemas operacionais complexos –Biotech, – para se aproximar cada vez mais do código secreto da vida.
Editor
São Paulo, 22/02/2022.
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Geralmente, o conhecimento do tema se restringe às informações e ao uso das técnicas laboratoriais avançadas de mapeamento e sequenciamento genético para descobrir parentalidade – ou seja, para comprovar de forma eficaz se um filho é, de fato, do pai que se sente envolvido em uma trama da qual há a suspeita de sua responsabilidade na geração do mesmo. Mas, este é apenas um múltiplos usos e recursos.
Ainda assim, os aspectos que o restringem a isto são controversos e derivam de inúmeras outras investigações a partir de princípios que regem a natureza humana, bem como de outros animais, ocupados na manutenção da espécie e na perpetuação de seleção evolutiva das características naturais de mesma. Por exemplo, entre mamíferos felídeos, como os grandes gatos como o tigre, o leão, a onça, o leopardo, o guepardo etc. Grandes machos poderosos lutam entre si na busca por grandes fêmeas.
Assim, e trazendo para a complexa organização e distribuição humana no planeta, com o tema encontramos ramificações e considerações adjuntas que operam no campo da filosofia, da psicologia, do aparato jurídico legal social, portanto, sociológico e de outros temas correlatos que dialogam em torno deste axioma biológico.
Ácido Desoxirribonucleico (DNA) (Instituto Nacional de Pesquisa do Genoma Humano) – ADN
A molécula dentro das células que contém a informação genética responsável pelo desenvolvimento e função de um organismo. As moléculas de DNA permitem que essa informação seja passada de uma geração para a seguinte. O DNA é composto de uma hélice de fita dupla mantida unida por ligações de hidrogênio fracas entre os pares de bases nucleotídicas purina-pirimidina: adenina (A) emparelhada com timina (T) e guanina (G) emparelhada com citosina (C). Também chamado de ácido desoxirribonucleico.
Outras Informações:
Estrutura do DNA: O desenho acima mostra um cromossomo, nucleossomo, histona, gene e pares de bases nucleotídicas: guanina, citosina, adenina e timina (TGCA). Também é vemos uma célula e seu núcleo.
Estrutura do ADN: A maior parte do DNA é encontrada dentro do núcleo de uma célula, onde forma os cromossomos. Os cromossomos têm proteínas chamadas histonas que se ligam ao DNA. Este tem duas fitas que se torcem na forma de uma escada em espiral chamada hélice. O DNA é composto de quatro blocos de construção chamados nucleotídeos: adenina (A), timina (T), guanina (G) e citosina (C). Os nucleotídeos se ligam uns aos outros (A com T e G com C) para formar ligações químicas chamadas pares de bases, que conectam as duas fitas de DNA. Os genes são pequenos pedaços de DNA que carregam informações genéticas específicas.
Cá entre nós – de pai pra filho
Uma tradução popular, por aproximação do entendimento, pode ser entendida pela compreensão do termo genética – formação da palavra por justaposição de outras duas com raízes distintas: gen e ética. É claro, que a partir disso se tem os prolongamentos discursivos, ou narrativas. O termo gen gerou outros de “fácil” compreensão, como Gênesis. Se considerarmos o gen como a ordem-conteúdo das informações hereditárias que se traduzem de indivíduo para indivíduo (cruzamento direto entre organismo vivos de sexos distintos: macho e fêmeas,- e/ou autofecundação das espécies de reprodução assexuada) para a continuidade das espécies, temos um vislumbre do que se pretendeu dizer com a introdução bíblica do surgimento do planeta e das espécies (a Criação – o Princípio – em hebraico Bereshit: a Cabeça).
Com todo respeito, avançamos para a sequência genealógica dos humanoides lá descritos, a saber: Adão, Eva e seus filhos Abel e Caim, e obviamente, as características hereditárias herdadas por cada um dos seus descendentes, sua evolução com o tempo e sua dispersão pelo globo terrestre.
Pequena digressão a título de desabafo.
Os terraplanistas atuais erraram grosseiramente, e com grande dose de intencionalidade ao tentarem fixar suas posições confusas (e por este motivo, dentre outros, tornaram-se motivo de piada). Planeta é um pequeno plano, se quisermos seguir a etimologia do termo. Ou seja, a Terra, enquanto mundo criado, transformado e destruído por estes humanos (por que não entenderam todas as lições nem ouviram as mensagens dos “anjos de Deus”) é um estratagema, um organização de ideias com um propósito extrativista, colonizador, expansionista que somente após muita discussão e conflitos com defensores da vida e da razão chegou ao entendimento (embora ainda não praticado) de que é necessário e preciso reorganizar as ideias e preservar, reciclar, reeducar, reencontrar sentidos para a existência no meio em que se vive, sem ameaçar as outras e a própria espécie, dada a relação de interdependência, mutualismo, simbiose, empatia ou o nome que se queira dar a estas relações de sobrevivência.
Pela Ciência – Abel ouCaim?
Apenas 50 % são da responsabilidade do macho. São 23 pares de cromossomos dele e 23 da fêmea. Parece ter sido o suficiente para, como resultado de suas interações com o meio ambiente e as outras espécies animais, vegetais e minerais (constituintes), as vantagens e dificuldades nas relações e do aprendizado obtido, terem evoluído para as diferenças que hoje presenciamos – etnias e traços civilizacionais e culturais distintos das muitas partes do globo – línguas, cor da pele, alimentação, modos e hábitos de viver etc.
Mas, estudos recentes mostram que há indícios presentes de uma mesma origem (olha aí o gen de novo!) e que a mistura destes 46 cromossomos mais as evoluções, mutações (deformidades, involuções ou não) possíveis – um plano perfeito? – geraram toda a diversidade humana que conhecemos. Não somos como Adão ou Caim. Evoluímos, mas resiste firmemente nesta informação deeniática, na base, um ‘germe’ – pré-adâmico – que nos deu 2 possibilidades – existir e resistir enquanto organismo biossocial da superfície em harmonia com os outros viventes planetários, ou destruí-los a partir da destruição daquilo que o Papa Francisco chamou de “casa comum”.
Acha difícil fazer esta escolha?
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